Elisama Roque Martins

Elisama Roque Martins

quinta-feira, 27 de maio de 2010

semana de filMES reais

Bem, tenho que escrever. Tem tantas palavras dentro de minha cabeça dançando...meus dedos querem loucamente se movimentar. E quando começo a teclar as palavras começam a fluir.

Tenho passado por devaneios e fantasias e alguns terrores. Na realidade o mês de maio foi de ferias mental...e  tudo voltou ao normal dia 24/05/2010 com a volta do meu gerente.Acho que a nicotina não tem me feito bem.

Hoje descobri que a primeira colega da faculdade esta pensando em desistir pois não esta conseguindo se encaixar com as turmas e com as outras colegas. Ela tem uma personalidade forte. E uma estrada que a transformou em uma pessoa com ideais e opiniões fortes. Ate que ponto nos perdemos da nossa humanidade e passamos a ser não egocêntricos? É  o fato  de convivermos com as pessoas que nos transforma em pessoas. Mas então por que algumas se afastam da realidade humana? por que se acham mais importantes que as outras.

Semana passada participei de um circuito sobre as varias faces de Eros representadas nos filmes.
Assistimos bons filmes. O primeiro, Beleza Americana, que eu já havia assistido umas milhares de vezes foi melhor ainda. Fez eu ver coisas novas. Umas das coisas que me chamou atenção foi a falta de estrutura de uma família. Na realidade quando assistimos um filme nos prendemos muito a família principal. Mas Beleza Americana vai alem. É um filme "poli" em todos os sentidos. Nunca vou me esquecer a primeira vez que assisti como eu achei ele sensual. Todo aquele sexo rolando com todos...pai, mãe amiga, filha, pai do vizinho. Desta vez vi coisas que não tinha visto ainda. A busca pela juventude perdida em algum lugar do pai (Lester). O desejo da filha Jene que deseja que esta busca do pai "morra"  para ela voltar a ter um pai que seja um exemplo e que não a cause danos psicológicos. Uma mãe (Carolyn) que se perde como mãe e esposa em busca de uma carreira. E que só percebe que a bens maiores só no final do filme..nossa este filme é espetacular....se eu fosse falar cada personagem é de uma psicologia sinistra...cada um em seu próprio mundo que engloba tudo e faz o filme ser, pelo menos pra mim, um dos melhores que já assisti. Pois ele não é hipócrita. Pelo contrario. Ele mostra as hipocrisias da sociedade. O ideal de "pessoa americana" e "família americana" feliz  cai por terra. E não é só a americana, mas é a representação de todas as famílias que se dizem saudaveis.
Assistimos outros (mais três filmes) otimos também. Tenho um serio preconceito quanto a obras brasileiras, mas cada vez que assisto me surpreendo. Um deles foi Nome Próprio, com a Leandra Leal como atriz principal. Ela foi perfeita na representação e não é a toa que ganhou no ano do lançamento do filme premio com melhor atriz. Bem não vou relatar tudo o que acontece no filme e não sugestiono ver no YouTube por que lá só tem treilles mal feitos. O filme tem que ser assistido (de preferência sem pessoas preconceituosas e idosas na sala) pois ele é melhor que "Cristiane F." sem aquele monte de drogas e prostituição. A Leandra Leal passo o filme todo em busca dela mesma. E de um jeito muito inconsequente busca isto na cama com varias paixões que ela encontra pelo caminho. É um filme bonito.

Nossa...não tinha o que escrever...


Um tempo para falar do que me incomoda nesta semana: mentira.

Tenho 20 anos (ainda não fiz 21..então ficamos com os 20^^) e ainda não aprendi que mentir não me leva a caminho a nenhum... Pelo contrario só me leva em direcção a verdade. Por que a única realidade é a verdade (e vice-versa). Tenho que me recompor. Comecei limpando a casa. preciso limpar minha vida. Pegar um caminho.

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